09 abril 2013

Quem foi Teodoro de Carvalho e Silva Castelo Branco


Teodoro de Carvalho e Silva Castelo Branco o ‘’ Poeta Caçador ‘’ nasceu na fazenda Limpeza , então município de Barras, hoje município de Esperantina, nasceu no dia 8 de Fevereiro de 1829, Teodoro, ainda criança passou a ser criado pelo o seu Tio Paterno, Tenente – Coronel Mariano de Carvalho Castelo Branco. Viveu parte de sua vida nessa fazenda, e depois de vender todas as suas terras, foi morar em Piracuruca, em terras de seu Primo, Coronel Laurentino Rebelo. e veio a falecer no dia 10 de julho de 1891. Viveu fisicamente, da agricultura, e espiritualmente da Poesia e das caçadas, que lhe preenchia os claros dias de sua alma sensível e inteligente, conquanto autodidata. Na qualidade de Voluntário da Pátria participou da Guerra do Paraguai, em 1865, exercendo a função de ajudante, de onde trouxe seqüelas.

Teodoro proveio de uma família que trazia a poesia no sangue, legando-nos em três gerações sucessivas três nomes realmente imortais:

Leonardo de Carvalho Castelo Branco, que passou depois a chamar-se Leonardo de Nossa Senhora das Dores Castelo Branco, pai de Teodoro e avó de Hermínio Castelo Branco.

O solar da família era a famosa, rica e conhecida casa da Limpeza, com a fazenda Boa Esperança. O elemento cultural provinha de Miguel Carvalho e Silva, natural da Bahia e ali educado em colégio Jesuíta e que obteve por sesmaria o Sítio da Boa Esperança, em 1739. Foi casado com Rosa Clara Castelo Branco, pais de Leonardo de Carvalho Castelo Branco, herói da Independência do Piauí, uma das primeiras grandes figuras de nossa Literatura e casado Judite da Mãe de Deus Castelo Branco, irmão de Mariano , Simplício, Raimundo e Miguel de Carvalho Castelo Branco, sendo este último o pai de Hermínio Castelo Branco, imortal autor de A lira Sertaneja.

É patrono de cadeiras da academia Piauiense de letras e da academia de letras do Vale do Longá. Teve publicado apenas, ainda no século passado, o livro ‘’ A HAARPA DO CAÇADOR ‘’ que mais de um século depois é reeditado. Isso graças ao historiador Esperantinense Valdemir Miranda.

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