17 dezembro 2011

Zé Didor diz “se eu morrer, ninguém vai saber a história das peças do museu”




Zé Didor tem uma história de Sucesso reconhecido por ter um dos maiores museus particulares do mundo. hoje está passando pela uma fase muito difícil, pois não está tendo atenção como deveria ter,isto é;  falta apoio do poder Público para olhar de perto a realidade que vive o museu de Campo Maior.
O Museólogo alerta as autoridades que cuidem do local, principalmente para catalogar cada artigo do museu, porque ninguém conhece as peças alem dele.
Preocupado com a preservação  das peças adquiridas e acumuladas com tanta dificuldade, o museólogo, Zé Didor, proprietário de um dos maiores museus particulares do mundo, que leva o seu nome, contou a reportagem do Campo Maior em Foco que já está na terceira idade e a qualquer momento pode morrer e ninguém conhece as peças alem dele.
Zé Didor tem 69 anos e cuida sozinho, do museu que possui aproximadamente 90 mil peças segundo inventário feito por ele. Não existe uma catalogação para saber o que representa cada artigo. O museólogo pede que as autoridades atentem para isso e envie pessoas competentes para fazer esse trabalho.
Ele comentou que não quer que ninguém cuide dele, e sim do museu que representa a história de Campo Maior. “Eu consegui levar Campo Maior para o mundo através deste museu. Eu fui até convidado para participar dos jogos olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro” pontuou.
No ano passado, o vereador Fernando Miranda (PT) havia colocado uma emenda de R$ 6.000 (seis mil reais) no Orçamento de 2011, mas o ano já está terminando e até o momento o prefeito Paulo Martins (PT) não atendeu ao pedido do parlamentar que hoje é diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Campo Maior (SAAE). De acordo com Zé Didor, o dinheiro era pra ser repassado em 12 meses, ou seja, de janeiro a dezembro. Nossa reportagem conversou com Fernando Miranda sobre o assunto e ele disse que iria falar com o prefeito, mas concordou que não é mais possível efetuar o repasse.

Situação muito parecida com do Chico Museu em Esperantina, onde até hoje nada foi resolvido quanto a instalação do museu.

                 Reportagem Weslley Paz

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